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terça-feira, 23 de novembro de 2010

again

Parece que as vezes a carência me cega pras coisas mais óbvias. Desde o início minha intuição já me dizia que estava pisando em ovos, mas eu sou teimosa e pago pra ver. Incrível como sempre tenho que bater a cabeça antes de tirar o corpo fora. Mas talvez seja melhor assim: antes estar me lamentando agora, que não é tão forte, do que ter esperado a bomba explodir.

É, pelo jeito nunca vai mudar.

"Obrigado pelas memórias, mesmo que elas não tenham sido tão boas!" (na verdade foram, mas quem se importa?)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

I don't wanna think anymore

Foi só eu pensar que seria mais fácil esquecer, que a saudade tomou conta ainda mais. Cansei de prometer pra mim mesma que vou conseguir deixar de pensar, porque não há mais formas de lutar contra isso. Eu só preciso deixar de me importar tanto com coisas que ainda existem só para mim, e assim não incomodá-lo mais. Sei que ficar longe não me fará esquecer, portanto, I’ll keep you locked in my head until we meet again.
E enquanto isso, tentar deslocar desse sonho e enxergar além. Mesmo sabendo que eu posso não vê-lo novamente, eu continuarei esperando. Assim, de longe.

E daqui pra frente quem sabe finalmente cumprir a frase que determinei como meta desde o início do ano: I wanna live a life from a new perspective!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

untitled

Não é pra ser. Essa é a frase chave, a peça final do quebra cabeça e o que explica tudo, já que o que começa rápido, tem que um dia parar, somente para honrar a lei da inércia. Momento inerte que me deixa aflita, somente por esse silêncio.
Qual lei explica a volta para o mesmo caminho?

Porque eu simplesmente preciso parar isto.

sábado, 29 de maio de 2010

so close, yet so far

Quando ouvi dizerem seu nome e percebi que você estava ali, por um momento houve um flashback, voltando a primeira vez que minha desilusão encontrou em seus olhos um motivo. Acho que olhar não era o verbo certo a ser usado, eu era levada pelo seu olhar, que me assustava e ao mesmo tempo me despertava algo bom. Porém voltamos ao estado inicial e minha vontade era sair correndo e te dar aquele abraço, mas diferentemente de outras vezes, seus braços não estavam abertos a minha espera, eles estavam cruzados e você provavelmente nem me notou. Consegui sentir seu perfume quando nos cruzamos, era como se seu cheiro continuasse me atraindo, como se por aqueles segundos, nada tivesse mudado. Mas eu estava com pressa e após ver aquilo só queria que o tempo passasse o mais rápido possível para eu estar longe dali. Foi nessa hora que eu percebi meu coração batia tão forte que por um momento pude crer que você estava o ouvindo bater, mas você não estava.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

time after time

What's the point in my love-like metaphors?
It makes no sense 'cause I just want you to know the truth.
I still can say with all my heart that if I could have one wish right now, it would be you.
I know you don't fuckin' care and I don't think there's a way to change it…
When will fate stop teasing me?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

a thin line between

feeling and thinking.

Já pararam pra pensar como sempre ficamos entre a razão, a idealização, a emoção e a realidade?
Difícil é saber quando utilizá-las corretamente, em qual ocasião, o que é melhor e etc.
Parecem até regras de etiqueta ou até mesmo a gramática do português, que em toda regra existe uma exceção. E é a exceção que nos consome, como saber que agora é a hora de sair da regra?

A idealização em muitas vezes é boa, o que seria de nós se não sonhássemos com o amanhã? Ou como a sua vida poderia ser de certo jeito?
Só que quem não se cuida acaba se viciando nessa tal prática de idealizar, essa que vira doença e que te coloca de uma hora pra outra em um "mundo platônico", que francamente é bem difícil de sair.

Viver a realidade, este muitos dizem que é a melhor. Tenho que confessar que, sinceramente é, mas não dá pra viver apenas com ela, por isso vivemos de emoções, essas que transformam o nosso dia-a-dia em realidade. O espanto que nos faz agir rapidamente, muitas vezes sem pensar, a tristeza que sempre pensamos que é o fim, mas pode ser apenas uma forma para começar, a alegria que nos motiva e nos faz levantar com um pouco mais de vontade de viver.

Uns deixam a emoção viver por si, outros colocam a razão acima de tudo e deixam de viver momentos que apenas a emoção seria a peça fundamental para que acontecesse. Uns idealizam demais e não utilizam da realidade para que se concretizem.
Admito que sou muito movida pela emoção e pela idealização. Also, sair da regra é algo que me fascina.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Runaway

Às vezes me pego fugindo. Junto minhas coisas, calço meu tênis e vou embora. Muitas vezes também esqueço de voltar. Corro, tenho medo, canso. E até me esqueci qual era o motivo da fuga. Acho que tento fugir da minha vida. Nada de opinião alheia, gente que não acrescenta ou medo até de uma prova. Fujo dos meus erros, fujo das minhas dúvidas, fujo de mim. É tão cansativo ser a gente mesmo. Não que eu esteja reclamando ou que não goste, mas é que nem sempre quero acordar cedo pra ir pra escola e passar o resto do dia com sono, ficar no computador, ouvindo a mesma playlist de sempre e fuçando orkuts alheios, vendo as mesmas pessoas todos os dias. Não por serem coisas chatas, mas sim por ser coisas minhas. Enfim, rotina me cansa.
Hoje eu queria acordar num quarto diferente, comer algo exótico e conhecer um amor. E amanhã poderia querer voltar ao meu quarto, aos meus pensamentos de sempre e minha vida pseudo-solitária.
Só pra dizer pra mim mesma que conheço mais do mundo do que penso e sei enxergar com outros olhos que não os meus.
Só para as pessoas não desconfiarem e eu esquecer de como me sinto em relação a esse mundo torto.
Só para gostar mais de mim.

(E de você também.)

Anyway, nunca quis ser algo plausível de fazer sentido.
Nem nunca tentei.

domingo, 9 de agosto de 2009

the future doesn't scare me at all

Eu tenho uma mania incontrolável de fazer planos. Desde as coisas mais simples do meu dia-a-dia, até o meu futuro daqui 3, 5, 10 anos. Não me incomodo com isso, aliás, pelo contrário. Simplesmente me frustra pensar em não conseguir cumprí-los. Apesar de ser persistente, em relação a planos sou bem inconstante. Por exemplo, me pergunto o que planejava para essa época da minha vida há um tempo atrás, e sinceramente nem me lembro. I know it sounds silly, mas eu imagino a vida como um roteiro de filme, e quando o tempo passa e os planos mudam, acabam surgindo novos e o desfecho é mudado. Aí acabo nunca mais dando importância pro que planejei antes...

E mudando de assunto, mas ainda falando em planos, eu finalmente estou tomando vergonha na cara e dando alguma importância para os estudos. Nessas férias suínas eu andei pensando muito no meu futuro profissional, coisa que não me importava muito antes, afinal era aquela história "ah, ainda tô no 1° ano, tem muito tempo pra eu virar gente"... É, tanto que agora tô afundada em dependências do 1° e o tempo não cobriu isso. Mas tudo bem, pelo menos eu me diverti e estive perto dos meus amigos, isso compensa um pouco. Esse ano tá passando rápido demais! E excluindo besteirinhas da minha vida pessoal, realmente não vejo a hora que esse ano acabe. Não vejo a hora de me livrar logo dessas dependências, e prestar um curso técnico.
Oh, tô planejando tanta coisa pra 2010 que tenho até medo de me frustrar caso as coisas não sejam como eu espero. (Mas, quem vê até pensa que eu não tô acostumada, né?)
É, acho que não me surpreenderia muito não.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Love's an excuse to get hurt

...and to hurt.

Confesso que até hoje não aprendi o significado de amar, e por mais que antes pensasse que sim, talvez nunca tenha amado ninguém.. mas acho engraçado o "ciclo do amor" da minha vida. Se eu não to gostando de ninguém, é bom, mas parece que falta algo e me sinto entediada. O mais engraçado é que eu tenho essa pseudo-necessidade de sentir algo a mais por alguém, mas não de relacionamentos sérios. Aliás, a idéia até me assusta um pouco.
Mas quando acabo gostando de alguém, no começo gosto desse sentimento estranho, gosto da sensação de borboletas no estômago, gosto de ficar pensando o que eu faria e não faria pela pessoa... até que, o tal sentimento estranho acaba indo longe demais. (Em todo o meu "ciclo", nunca fui igualmente correspondida então é como se eu simplesmente esperasse a bomba explodir)
E no fim, eu só consigo esquecer quando encontro alguém melhor, que me faz "acordar". Aí começo a pensar como fui idiota por perder tempo gostando da pessoa... e fico toda anti-machos por um bom tempo, até surgir outra pessoa e o mesmo ciclo infeliz se repetir.

Mas a coisa fica diferente quando a pessoa que eu não paro de pensar é diferente de todas as outras que passaram pelo meu "ciclo". Alguém que é, definitivamente, tudo o que eu sempre quis, e que eu SEI que não é tão fácil de encontrar por aí. Só não digo impossível para não parecer tão boba apaixonada, afinal, quando nos apaixonamos sempre achamos que nunca vamos encontrar alguém melhor, isso é fato, mas eu sempre tive um certo pânico de um dia conhecer alguém que fosse, não digo perfeito, lógico, mas alguém ideal pra MIM, e que não pudesse ser "substituído". E como eu só consigo esquecer das pessoas substituindo-as (é quase um ciclo vicioso!), cada vez tudo fica mais complicado, e eu sinto que vai ser mais difícil que eu pensava porque parece que cheguei no ciclo que eu temia.

Não consigo nem me perguntar "o que fazer?", porque simplesmente não há nada a ser feito... só o tempo me mostrará uma solução para compensar o fato de não poder mandar nos meus pensamentos.

sábado, 11 de julho de 2009

I come and go

Ainda não acredito que consegui dizer pelo menos um pouco do que eu queria dizer; eu sei que não adianta em nada, mas me sinto mais leve. Não vai ser fácil esquecer, mas acho que me sinto melhor agora.
Já dizia Forfun:
Tudo tem a sua hora, e eu sei que as coisas boas vão chegar se eu esperar.
Citei isso há um tempo atrás no fotolog. E realmente, quando eu menos esperei, as coisas boas chegaram.. e se foram, muuito rápido. Mas mesmo assim digo que valeu a pena, e se ainda existir uma mínima possibilidade delas chegarem mais uma vez, eu sempre esperarei.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

"I don't care at all."

queria poder dizer isso sem ser da boca pra fora.

eu estou muito mais forte do que antes, então talvez não demore muito... nada é pra sempre, e eu sabia que cedo ou tarde isso iria acontecer. não quero mais me sentir culpada por coisas que nem fiz. não vou mais. apenas me responda, aonde foi que eu errei? como isso pode acontecer assim do nada? será que tudo que eu já fiz não valeu de nada? posso ser dramática e o que mais você quiser pensar, mas dane-se, não consigo mais acreditar que as coisas possam voltar a ser como eram... não sei se isso tá te fazendo bem, mas desde o início só tem nos atrapalhado em relação a forma que você me trata. sentirei sua falta, mas fazer o que? você sabe o quanto eu já corri atrás. um dia, quando você precisar de alguém que faça qualquer coisa por você e pra te ter por perto, te ouça, te faça não sentir-se sozinho... talvez você se lembre de mim. ou pelo menos, que você dizia que eu era a única que fazia tudo isso. e de todas as vezes que eu tanto sofri e você me tratava mal, e mesmo assim nunca deixei de querer estar ao seu lado!

como você disse, talvez isso seja o melhor pra nós... é uma pena, porque por mim, se fosse agir pelo coração, correria atrás mais uma vez.
mas agir pela razão é bem melhor. não vou ser mais aquela idiota que corre atrás de todo mundo e mesmo assim é pisada, não mesmo. o que eu ganharia sendo assim?

esse é o resultado! but, "i'll always be just so inviting".

agora mais do que nunca, that's what you get when you let your heart win.